Por José Egberto Sátiro de Moura
Psicólogos
e sociólogos debatem a razão pela qual o homem adora. Nesse contexto a
antropologia e a arqueologia descobrem em todas as civilizações a presença da
religião e do culto. Contudo, pressupomos ser isto resultado do medo, instinto
gregário do desconhecimento do futuro. No entanto, numa coisa todos concordam:
o homem tem espírito religioso e é um ser adorador. Mas quando afirmamos isto,
outra batalha se forma: qual a adoração verdadeira? Existe um lugar, uma fonte,
um modo de adorar verdadeiramente! Como definir a adoração verdadeira da
adoração falsa?
Quando
lemos João 4.19-30 percebemos que era nessas interrogações que a mulher
samaritana se debatia. Ela estava presa ao pecado do adultério, e também presa
à confusão religiosa. Na sua época a babel religiosa existia. Ela confessa
nossos pais adoravam neste monte (Samaria), vós (Judeus) dizeis que Jerusalém é
o lugar que se deve adorar.
